A Kolo é uma rede para terapias de mãos e de tradição. Os espaços — spas, retiros, estúdios de yoga e movimento, casas de terapeutas — têm nela um lugar próprio: um pin no mapa, um círculo, e as suas pessoas ao lado. O piloto arranca em Lisboa, em outubro.
Um anúncio diz a mesma coisa a todos. Um pin na Kolo responde a cada pessoa de maneira diferente — e é aí que está o negócio. A mesma esquina de Lisboa, em quatro telemóveis:
A Marta, que gere o Alpendre e dá massagemAbre o Atlas na face «A oferecer» e vê a procura à volta da casa: onze pessoas a procurar massagem esta semana, a 500 m, a 1,4 km, a 2,1 km. Sabe quem procura antes de alguém bater à porta.
A Sofia, sem conta, à saída do metroAbre o mapa como qualquer pessoa o vê, sem conta e sem registo, e toca em «Corpo». O pin do Alpendre acende, com o nome ao lado. Um toque abre a tua página; outro, as pessoas da casa. Chega a ti sem pesquisa e sem anúncio no caminho.
O Tomás, terapeuta, precisa de uma sala com marquesa às terçasEscreve «marquesa». Os espaços que a têm respondem em tinta cheia — o Alpendre entre eles — e os outros ficam em meio tom. Junta-se ao círculo, e a sala vazia às terças passa a ter quem a queira.
A Ingrid, que dá Pilates na tua salaAs mesmas ruas, o ponto dela no mesmo sítio onde estava o da Marta — e outras pessoas acesas, porque o kolo dela é outro. O Alpendre segue na fila, ao lado das pessoas: os teus terapeutas aparecem contigo, sem que o espaço lhes toque no perfil.
Quatro pessoas, quatro razões para o mesmo pin. Nenhuma pagou por posição, e nenhuma marcação deixa comissão a ninguém.
O Alpendre é um espaço simulado para esta apresentação: a morada, as pessoas e os números são de ensaio. A app é verdadeira.
Cada oferta é um anel à volta do triângulo do teu tipo — é isso que acende o pin às procuras certas. O equipamento não vai para o pin: fica na tua página e na pesquisa, para quem procura uma sala.
Duas filas de pílulas, e o pin a redesenhar-se«Só um steward escreve isto.» Em cima, o que o espaço oferece — massagem, shiatsu, pilates, respiração — e a cada toque o pin ganha um anel, à vista. Um título protegido não entra: quem o tem é a pessoa, e o espaço nomeia-a.
A página do espaçoO teu logótipo, a morada, «o que se pratica aqui» nas cores de cada domínio, «o que o espaço tem» — sala de tratamento com marquesa, sala de grupo, salas para alugar, jardim, sem escadas — e quem trabalha aqui, com a avaliação de cada um.
O círculo do lugar é reclamado por uma pessoa da casa, com nome — nunca gerido por uma marca sem rosto. Guarda três coisas, e leva as tuas pessoas consigo:
Quatro pessoas cuidam deste espaço«Sala 2 livre às terças à tarde.» «Workshop de respiração — sábado, 10h.» Publicações da casa, para quem escolheu ouvi-la — equipamento, conhecimento, apoio — sem feed a decidir por ti.
«Atende em Alpendre»Na página de cada terapeuta da casa, uma linha diz onde atende — e abre a tua página. É a pessoa que a escreve, nunca o espaço: e é assim que uma procura pela Ingrid acaba à tua porta.
Retiros, workshops, aulas abertas — anunciados a quem escolheu ouvir a tua casa, não a um feed que decide por ti.
A sala livre às terças, a marquesa que se empresta, o tanque que se aluga à hora. A economia miúda que enche uma casa.
O teu círculo aponta para o teu site e para as tuas reservas. A Kolo não se põe no meio — zero comissões, de ninguém.
O teu símbolo é a tua cara no mapa e no círculo — a casa aparece como ela própria. E estas são as primeiras casas que queremos à mesa em outubro:
Sem logótipo, ou sem um que caiba num círculo? Há uma colecção de emblemas pintados à mão, em tinta sobre papel, à escolha de quem cuida do espaço.
Os teus terapeutas já têm Instagram, WhatsApp e telefone — a visibilidade deles não nasce aqui. O que nasce aqui é nova para ti: na Kolo, eles aparecem contigo. As páginas deles dizem onde atendem, o teu pin acende às procuras da tua casa, e o teu círculo é o chão comum que nenhuma rede social lhes dá.
O teu pin acende porque responde à procura, nunca porque pagas. Está imposto no código, e é por isso que acender vale alguma coisa.
Zero, de ninguém. Não temos interesse nenhum em desviar uma marcação para lado nenhum — coisa que nenhuma plataforma te pode dizer.
O espaço nunca cria nem gere perfis de terapeutas. O que o espaço faz é melhor: dá-lhes o chão comum, e aparece ao lado delas.
O teu círculo fala com quem escolheu ouvi-lo. Sete publicações por semana, o mais recente primeiro.
E as duas quotas são o gesto certo: a subscrição do espaço inclui a quota de duas pessoas da tua casa — um benefício que dás a quem trabalha contigo, visível e revogável, que não compra posição a ninguém. Retenção constrói-se com generosidade à vista.
Duas quotas de terapeuta (4 € cada) + o círculo do espaço (4 €). O anual são dois meses grátis. Não há comissões, não há extras, não há «destaques» à venda — é o preço todo. Durante o piloto, nada se cobra a ninguém. E depois do piloto, os espaços que o fizeram têm seis meses grátis — a quota só começa aí.
Tens um círculo — de doulas, de respiração, de bairro? Traz o círculo inteiro. → Os círculos, na apresentação dos terapeutas
Estamos a escolher os espaços fundadores de Lisboa, Sintra e Almada para o piloto de outubro. Cada um recebe o seu link de reclamação em mão — o círculo nasce quando alguém da casa lhe pega.