Kolo — início
Contacta-nos
Kolo para Terapeutas
Kolo para Terapeutas

Três histórias, e um mapa onde todas acontecem.

A Kolo é uma rede viva para terapias de mãos e de tradição. Quem cuida, quem procura, e os lugares onde o cuidado acontece — cada um tem o seu caminho, e nenhum deles está à venda. O piloto arranca em Lisboa, em outubro.

Uma terapeuta de mãos na marquesa, e a roda de gente à volta
Antes das histórias

O teu trabalho vive espalhado por sítios — e nenhum deles é teu.

O Instagram mostra e não prova. O site que pagas afirma o que tu escreveste. As plataformas levam comissão e ficam com a tua reputação. Nenhum consegue dizer a única coisa que importa: podes confiar nestas mãos.

Primeira história

A terapeuta: do ofício à procura certa.

A Ingrid ensina Pilates e prática somática há vinte anos. Em vez de preencher formulários, compõe — e o resto acontece por consequência.

1
Ingrid — compõe o kolo

Compõe o que ofereceToca no centro e diz o ofício-mãe; cada coisa que oferece é um anel à volta. O kolo dela é este desenho — não é um anúncio.

2
Ingrid — o Atlas

Aparece onde trabalhaSó se disser que sim, e com a precisão que escolher. A lente do Atlas acende-a a quem procura exactamente o que ela oferece.

3
Ingrid — a página

A página atesta, no primeiro diakolo.pt/ingrid: as formações reconhecidas — por papéis ou por linhagem, a valer o mesmo — e a confiança que for conquistando. Um site afirma; isto atesta.

4
Ingrid — privacidade

E ela decide o que se vêPonto exacto, bairro, ou nada. Nome, alcunha ou iniciais. Anónima com 4,9★ é uma forma perfeitamente normal de existir aqui.

E as pessoas que ela já acompanha? Recebem o link da página e entram por ali — a marcar com ela nunca pagam comissão nenhuma, nem ela.

A página, em grande

O mesmo perfil, quatro arrumações — no ecrã onde as pessoas a vão abrir.

Não escreves nada de novo: um modelo é só uma arrumação dos módulos que o teu perfil já tem, e trocas quando quiseres. Esconde um módulo e os outros fecham-se — nunca fica uma moldura vazia. kolo.pt/o-teu-nome, no browser de qualquer pessoa.

Editorial · negro — o nome de uma ponta à outra, a fotografia a preto e branco, tudo sobre chão escuro. Este template tem uma variação com fundo creme.

Minimal — blocos numerados, nada de decorativo. Só a fotografia tem cor. Variação com fundo de cor à escolha.

Colour block — um chão da tua cor, o retrato ao lado, as práticas em acordeão. Variação com layout diferente e mesmas cores.

Studio — o teu nome próprio enorme em serifado, sobre a fotografia do teu espaço e um retrato teu cortado em círculo.

Segunda história

Quem procura: da dor ao encontro.

A Rita abriu um link que uma amiga lhe mandou. Ainda não tem conta — e não precisa dela para ver a aldeia.

1

Vê tudo antes de entrarO link abre o mapa inteiro, sem conta e sem registo — e ninguém fica a saber o que ela esteve a ver.

2

Diz onde dói, não que serviço querNinguém escreve «preciso de uma massagem». O Compasso pergunta: desenha no corpo, nomeia a dor — e compõe o pedido por ela.

3

A constelação respondePessoas que, juntas, cobrem o que ela procura — mais perto do centro, mais próxima do pedido. Uma linha entre duas pessoas significa que já trabalharam juntas.

Depois é uma conversa — não um checkout. O consentimento vem primeiro, a marcação é consequência, e a avaliação só existe sobre encontros que aconteceram mesmo.

Terceira história

Os círculos: a sabedoria fica onde a prática vive.

Um círculo é uma sala que se governa a si própria — uma prática, uma linhagem, um bairro: o grupo de estudo de shiatsu, as doulas de Almada, uma sala partilhada em Campo de Ourique. Sem feed, sem algoritmo — uma sala, uma carta, e quem a guarda. O que hoje se perde no WhatsApp fica arrumado onde a prática vive, à espera de quem chega depois.

1
O que lá vive

Troca de sabedoria: perguntas e respostas entre pares, técnicas, casos difíceis discutidos com quem os entende.

Eventos e formações: workshops, retiros e aulas anunciados a quem a prática interessa — não a um feed que decide por ti.

Equipamento e apoio: uma marquesa emprestada, uma sala livre às terças, alguém que cobre uma ausência. A economia miúda que sustenta uma prática.

2
Quem cuida dele

Quem entra afirma a carta do círculo. Sem carta afirmada não há entrada — é isso que mantém a sala habitável.

Quem o guarda são stewards escolhidos pelo próprio círculo: nomes públicos, trabalho leve mas real.

3
Como nasce

Compõe: nome, a carta em poucas linhas — o que este círculo é e o que nunca será — e o emblema.

Chama os teus: cada pessoa entra afirmando a carta. Sem convites em massa — por mão dada, como tudo na Kolo.

Vive: temas, eventos, equipamento, trocas. Sete publicações por semana, o mais recente primeiro — e mais nada a ordenar-vos.

Cada círculo escolhe o seu emblema — pintado, não gerado. Uma colecção de pinturas em tinta sobre papel, à escolha do steward. A tua sala fica com rosto próprio no primeiro minuto.

Mãos de Lisboa
Vipassana em Sintra
Respirar em Almada
Casa das Doulas
Ervanários de Lisboa
Roda do Luto
Lisboa em Movimento
Watsu e Flutuação
Marquesas e partilha de equipamento
Cuidar de Quem Cuida
Farol dos Guardiões
Sabedoria das Constelações

Um círculo nunca é uma marca a gerir pessoas. As pessoas são sempre delas mesmas; o círculo é o chão comum. Está imposto no código. E não custa nada: erguer e habitar um círculo é gratuito — a Kolo cobra a sua quota às pessoas e aos espaços, nunca às comunidades.

Garantido no código

O que nunca está à venda.

Cada uma destas linhas está no código — onde não pode ser silenciosamente testada e removida.

Sem anúncios

E sem perfis promovidos. A ordenação nunca teve preço.

Sem comissão sobre a sessão

Nunca, de ninguém. A Kolo não é parte no que se paga entre ti e quem te procura.

Sem algoritmo de atenção

Sete publicações por semana, o mais recente primeiro. Sem gostos, sem contadores.

O estatuto não se compra

≈50% avaliações verificadas · ≈30% confiança de pares · ≈20% formação.

O preço, por extenso

4 € por mês, ou 40 € por ano. E só depois de a Kolo te ter valido três trocas.

Menos de um café por semana — igual para toda a gente. Não há comissões, não há extras, não há «destaques» à venda — é o preço todo. Durante o piloto, nada se cobra a ninguém.

Vem — e traz o teu círculo.

Estamos a escolher as primeiras trinta pessoas de Lisboa para o piloto de outubro. Fazes o perfil, compões o teu kolo, e sais com uma página que atesta o teu ofício — antes de teres marcado uma única sessão.

Código QR do questionário do piloto, em português
Conta-nos da tua prática
15 minutos, ao teu ritmo
tally.so/r/9qK7op?lang=pt