Kolo — início
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Kolo para os Ofícios
Kolo para Ofícios

A aldeia nunca foi só de quem cura.

Kolo é o nome de uma dança de roda — e uma aldeia dança inteira. Ao lado das terapias vivem os ofícios: marcenaria e hortas, fotografia e traduções, mudanças e reparações. À porta ninguém pergunta o que és — pergunta-se o que trazes. O piloto arranca em Lisboa, em outubro.

Os ofícios de ponta a ponta: a bancada com as ferramentas, a roda de oleiro, um pin, o bonsai, a máquina no tripé, o cadeirão e uma secretária com um ecrã
Como funciona

O teu kolo compõe-se anel a anel — de cuidado e de ofício.

A mesma app, o mesmo mapa, as mesmas regras. Quatro ecrãs:

1

Cuidado e Ofício, lado a ladoA Leonor compõe o kolo dela com «Ofício» seleccionado — cerâmica e azulejo acesos, dentro de Mãos e oficina. O interruptor troca de registo; o anel fica no mesmo círculo de quem cura.

2

A aldeia inteira no mapaA Margarida procura «costura» e encontra a Conceição acesa em Campo de Ourique, ao lado de quem cuida — é assim que qualquer pessoa vê a Kolo antes de ter conta. Os ofícios têm as suas seis famílias — Mãos e oficina · Terra e mesa · Tomar conta · Mudanças e transporte · Imagem, palavra e música · Digital e contas.

3

Uma página pública, igual para todoskolo.pt/leonor: vinte anos de barro, a fotografia inteira a preto e branco, o QR para o balcão ou a banca da feira. Publicas quando quiseres, despublicas num gesto.

4

O ofício também procuraA Leonor procura massagem para as costas curvadas sobre a roda, e fotografia para as peças que faz. É a face de quem pede — o ofício a puxar cuidado e ofício, a trocar em vez de comprar.

A troca que já circula

Uma troca de ofício tem a forma de uma sessão.

Conversa com consentimento, encontro marcado, avaliação dos dois lados. E cruza-se com o cuidado a toda a hora:

A designer e a terapeuta

Ajuda com o site a troco de movimento somático — cada uma paga na moeda que tem.

O marceneiro e a massagista

Uma estante à medida, costas em paz. A troca mais antiga do mundo — agora com registo, consentimento e avaliação.

Uma ida a casa é uma ida a casa

O faz-tudo tem o mesmo Anjo da Guarda que a massagista: alguém que sabe onde estás, até dizeres que está tudo bem.

As regras da casa

Sem alvará, sem selo — com aval.

Aos ofícios não pedimos conselho nem diploma. O que abre a publicação de um ofício é o aval de um membro que conhece o teu trabalho — e o resto são as mesmas leis de toda a gente:

Ninguém é uma categoria

Não há «perfis de terapeuta» nem «perfis de artesão» — há pessoas, e o que cada uma traz. Está imposto no código.

Não vendemos posição — a ninguém

O mapa responde à procura, nunca a quem paga. Sem destaques à venda, sem lugares comprados.

Não levamos comissão

A troca é vossa, o preço é vosso, o dinheiro nunca passa por nós.

Sem anúncios, sem algoritmo

Sete publicações por semana nos círculos, o mais recente primeiro. O resto é silêncio.

Uma honestidade: o Compasso e a constelação — os instrumentos de procura fina — servem por agora o cuidado. Os ofícios encontram-se no Atlas, nas páginas e nos círculos; a simetria completa vem com o tempo, não com promessas.

O preço, por extenso

4€ por mês, ou 40€ por ano. De pessoa, não de categoria.

A quota é a mesma para quem cura e para quem faz — e só começa depois de a Kolo te ter valido três trocas confirmadas. Não há comissões nem extras. Durante o piloto, nada se cobra a ninguém.

Uma luthier na sua oficina: a bancada, as ferramentas, guitarras e violinos

Os primeiros ofícios entram por convite.

O piloto de outubro nasce em Lisboa, Sintra e Almada com trinta pessoas — e os ofícios fazem parte da roda desde o primeiro dia. Se fazes com as mãos e queres estar no mapa, escreve-nos.

Fala connosco
ola@kolo.pt